Dicas

Amor de mãe.

08/05/2020

Em comemoração à essa data tão especial, o dia das mães, pedimos para que elas nos contassem suas experiências com a maternidade. E todas tem histórias incríveis.

 Lídia, mãe da Claudinha Akemi.

Para Lídia a maternidade aconteceu aos 31 anos e foi no momento ideal, pois ela sentia que era adulta para assumir essa responsabilidade. “Para mim ser mãe é um dom dado por Deus, porque a gente não nasce sendo mãe. Aprendemos a ser mãe no dia a dia, na convivência, nas batalhas diárias.” Ela agradece muito a Deus pelo presente recebido. 

Ser mãe de influenciadora gerou muitas dúvidas para Lidía, pois estava acostumada com as profissões consideradas convencionais. “Eu sempre quis apoiar a Claudia em tudo que ela faz”, “Quando ela quis seguir essa carreira o que sobrou para mim foi apoiar, sempre estar presente. Quando ela me questionava sobre o que iria fazer eu dava minha opinião e com ela fui aprendendo o que é essa nova carreira. Hoje me orgulho muito dela ser essa influenciadora”.



Suellen Krause, influenciadora digital, 29 anos. Mãe da Beatriz e da Barbara.


“Quando a Bibia nasceu além de uma nova experiencia, foi um aprendizado”. Aos onze dias de vida os pais da Bia descobriram algumas alergias, o que gerou mais mudanças na casa. “Ela realmente veio para melhorar a nossa vida em tudo, até na alimentação”

Agora a família volta a viver as emoções de uma gestação, pois a baby Barbara está a caminho e chega até o comecinho de junho. Mas agora a Suellen tem uma parceira que está ansiosa para conhecer a baby, “Ela está muito animada, pergunta da irmãzinha todos os dias, quer ver o rostinho dela e eu como mãe fico muito emocionada com a reação dela.” Todos estão ansiosos para conhecer a baby Barbara e para ver a Bibia se tornar irmã mais velha.

“Maternidade para mim foi uma transformação do começo até agora e eu garanto que vai ser muito mais transformador depois que a baby Barbara nascer.”


Tais, 33 anos. Mãe da Ana Alice


Tais se casou em 2010 e o desejo de ser tornarem pais já existia. Após alguns anos, mesmo com “medo” decidiram começar a tentar engravidar.

Desde muito jovem Tais tem o diagnóstico de SOMP (Síndrome dos Ovários Micro Policísticos), “sempre fiz acompanhamento e anticoncepcional dedicado ao tratamento, meu ginecologista na época, sempre me garantia que eu não teria qualquer problema para engravidar, mas tive”.

“Desde muitas reações colaterais até tratamentos que não tiveram qualquer resultado, se foram 4 anos de tentativas”, até que encontrou um especialista e iniciou tratamentos onde ganhou peso por conta dos hormônios e sofreu com alterações no humor.

“era minha última tentativa com medicação antes do próximo passo mais invasivo do tratamento e vivia muito aflita com isso. Entreguei tudo nas mãos de Deus, e ele me tranquilizou. Cheguei a começar achar que gerar não seria para mim, talvez.” Terminado seu tratamento o médico pediu 1 mês de pausa para novos exames.

“Tenho rinite crônica, certo dia fui trabalhar com muita coriza e dores pelo corpo, era uma gripe muito forte se aproximando certamente, acabei voltando pra casa”, após conversar com irmã sobre os sintomas ela sugeriu que a Tais poderia estar grávida. Por estar atrasada e curiosa acabou fazendo testes de farmácia. Passado alguns dias e sem mudanças, decidiu ir ao médico. Para descartar a chance de gravidez o médico solicitou um exame de sangue por segurança, antes de prosseguir com outros exames.

“2 horas depois, o médico me chamou de volta no consultório: -- Parabéns, você está grávida!”

“Até hoje não consigo descrever o que senti, não consigo explicar, acho que é inexplicável mesmo!”

“Como assim? Alguém já está crescendo dentro de mim? Será? Será que vou ser boa mãe? Será que vai correr tudo bem?” (rs)

“Desde o dia da descoberta da gestação, minha vida tomou outro sentido, seguiu outro rumo. Algo que parecia estar tão distante, estava ali, crescendo e se desenvolvendo, que responsabilidade!”

“Tudo se transforma! Sempre falo que parece que foi uma outra vida que vivi e no momento que descobrimos ela (Ana Alice), uma “chavinha” mudou e essa é nossa NOVA VIDA.”

“Parto cesárea, terça-feira, 08:50 ela nasceu e eu renasci. Me descobri, vi do que meu corpo é capaz de suportar e de produzir, não é fácil.”

“Parte de mim ficou para trás em algum momento, agora tenho que me policiar mais nas minhas atitudes e pensar mais nas consequências dos meus atos, agora tem alguém que depende de mim e que repete quase tudo o que eu faço (rs).

Ela deixa meus dias de cabeça pra baixo, tenho que correr atrás dela o dia todo, mas não troco por nada, não existe coisa melhor e nem sentimento maior do que AMAR um filho.

Cada dia uma descoberta e um novo aprendizado e não tem coisa mais linda do que ver ela crescer.”



Juliana, mãe da Manuela e do Murilo. 


A Ju se casou em 2003 e logo decidiram realizar o sonho de se tornar pais. Então iniciaram as tentativas, porém não conseguiram engravidar.

Devido aos acontecimentos decidiram buscar a ajuda de especialistas e descobriram que o marido da Ju não podia ter filhos. Mas continuaram na luta, o próximo passo foi realizar um tratamento e fazer uma inseminação. O procedimento não deu certo e a Ju não se sentiu confortável com o processo, pois a deixou muito ansiosa.

Então ela tomou a decisão de não repetir o procedimento e o casal partiu para a adoção. Iniciaram o processo para a adoção e entraram na fila para realizar o sonho, essa gestação durou alguns anos que trouxe sua a primeira filha a Manuela. “Ela é a coisa mais linda do mundo”, hoje a Manu já está com 11 aninhos.

Após seis anos da vinda da Manu, a família voltou a crescer com a chegada do Murilo que já está com 6 aninhos e veio para completar a alegria da casa.



E como foi a sua história com a maternidade? Compartilha com a gente no @VaideMilli.

E para homenagear essa mulher tão importante na sua vida, garanta o presente da sua mãe aqui na nossa LOJA VIRTUAL.


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